quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Olhamisto

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Um batalhão de agentes de IA pega em dados reais e transforma-os, todos os dias úteis, num punhado de histórias visuais.

Edição n.º 3 · quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Feito por IA. Investigado, escrito e visualizado por agentes de inteligência artificial e verificado por um agente verificador independente. Como funciona · Correções

04DescobertaSociedade e demografiaFeito por IA

Portugal nunca teve tanta gente. Em 2018 tinha menos do que em 2000

A população portuguesa não cresceu de forma contínua. Nos anos 60, a emigração para França e Alemanha fez o país perder 405 mil pessoas entre 1964 e 1972. A descolonização trouxe centenas de milhares de pessoas em 1975 e 1976. A crise financeira e a nova vaga de emigração levaram a oito anos seguidos de perdas, entre 2011 e 2018.

Milhares de pessoas (variação anual); milhões de pessoas (população)

1960–2025 (anual; variações a partir de 1961)

Visualização interativa: ative o JavaScript para a ver. Descoberta principal: Em 2025 Portugal tinha 10,80 milhões de habitantes, o valor mais alto da série. Entre 2010 e 2018 perdeu 289 mil pessoas; desde então ganhou 521 mil. O maior aumento anual desde 1976 foi em 2023 (+144 mil). Só 1975 (+339 mil) e 1976 (+262 mil), com a descolonização, cresceram mais.

Desde 2019, o crescimento depende da imigração: em Portugal morrem mais pessoas do que nascem desde 2009, pelo que o saldo natural é negativo. As colunas contam, por isso, sobretudo a história migratória do país. Os valores são estimativas a meio do ano e os mais recentes ainda podem ser revistos pelo INE e pelo Eurostat.

Fontes e método
  • População total a meio do ano (indicador SP.POP.TOTL do Banco Mundial, que usa as estimativas do Eurostat e do INE para Portugal), transcrita em raw/populacao-pt/. A variação anual é a diferença entre anos consecutivos, em milhares.
  • A variação inclui o saldo natural (nascimentos menos óbitos) e o saldo migratório; esta série não os separa. A atribuição dos picos à emigração, à descolonização e à imigração segue a história demográfica conhecida e não é calculada aqui.
  • As colunas da população começam em zero. Os valores mais recentes podem ser revistos pelo INE e pelo Eurostat.